Traduzindo complexidade em soluções centradas nas pessoas
Complexidade é inevitável: regras, exceções, urgências, gente, sistemas legados. O erro é deixar essa complexidade “vazar” para quem está na ponta. A boa solução não elimina o complexo — ela o absorve, organiza e devolve em forma de clareza.
Como já se atribuiu a Leonardo da Vinci: “Simplicidade é o último grau da sofisticação.”
Simplicidade não é “menos coisa”. É menos atrito.
Soluções centradas nas pessoas não são sobre enfeite. São sobre tornar o trabalho possível no mundo real: com pressa, com falhas, com troca de turno, com internet oscilando, com mudanças de regra. A operação não vive no manual.
Frase para guiar o projeto:
A complexidade deve ficar no sistema. A decisão deve ficar com a pessoa.
Cinco sinais de que você traduziu bem o complexo
- A próxima ação é óbvia — o usuário decola sem precisar “explorar”.
- O essencial vem primeiro — o resto aparece só quando necessário.
- O certo é fácil (e o errado é difícil) — validações protegem o processo.
- O sistema fala humano — mensagens claras, sem “erro 504” como resposta.
- Menos cliques, menos retrabalho, menos dependência — o dia flui.
No fim, a métrica é simples: se a solução economiza tempo e energia, ela está fazendo o seu trabalho.
Simplicidade não é um estilo. É uma forma de respeito.

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